Archive for dezembro, 2010

dezembro 29, 2010 at 11:41 am Deixe um comentário

Um fim breve no breve sentir

Em 2010 descobri que tenho rinite, sinusite, ansiedade e pressa. A paciência em todas as suas formas e formatos. O teste da angústia. A sensação de ser uma mistura pastosa de sentimentos recolhidos. Não digo, seguro, retraio, guardo e esqueço. O homem que desejei desejar novamente. Os amigos que procurei no caderninho de telefones antigo e amarelado. A chance de fazer tudo à passos leves, segurando o freio da explosão de emoções. O ano que esperei. O ano que deixei para sentir tudo só aqui dentro.

Um 2011 com mais sentimentos escancarados para nós!

dezembro 29, 2010 at 2:19 am 2 comentários

“Então todo dia a senhorita acorda para o desperdicio e perigo de algo que você não tem a menor idéia do que é.”

dezembro 22, 2010 at 1:08 am Deixe um comentário

Estamos todos presos do lado de fora de um abraço

Acreditar na eternidade do amor é precipitar o seu fim.
Porque você acha que esse amor aguenta tudo,
então de um jeito ou de outro você acaba fazendo esse amor passar por tudo.
Um grande amor não é possivel e talvez por isso é que seja grande,
para que nele caiba o impossível.

Trecho de “Afinal, o que querem as mulheres?“.

dezembro 14, 2010 at 11:00 pm 2 comentários

A sombra lá de cima

Ontem eu fui beber sozinha porque fiquei com saudades de mim mesma. Sentei no parapeito e olhei pra janelinha lá de cima, que quando fica acesa consegue acelerar um pouquinho a minha circulação. Um gole, dois, três, vários e logo acaba a cerveja. A minha cabeça continua a mil, pensando milhões de coisas, e a tal da janelinha… nada. Então eu começo a cantarolar baixinho Rock And Roll Lullaby e sinto uma mistura de álcool e alegria na barriga, causando um friozinho bom que dá vontade de sorrir pra cima e dizer que sou feliz comigo mesma e não preciso daquela luz, nem da sombra que vai até o parapeito também.
Afinal, eu fui até ali sozinha para ficar só comigo.
Afinal, nenhuma mulher é mais feliz do que eu nessa janela, com cerveja e assobio torto.
Afinal, o que é amor pra você hoje? Sou eu! – respondi eu, para eu mesma.
Sou eu e a minha janela.

… e talvez aquela janela lá de cima também.

Foto LHP

dezembro 3, 2010 at 12:36 am 2 comentários


Hoje é dia…

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